Mairália da Vila

Confesso ter confundido a voz de Maíra de Freitas com de sua irmã Martinália, ao ouvir no rádio a regravação da música que já apareceu aqui, Recado, do Gonzaguinha. Aliás, achei parecido, mas não igual! A também filha de Martinho da Vila, apesar da brincadeira do título do post, tem um estilo totalmente próprio, com uma delicadeza erudita diferente da malandragem do pai e irmã. E Maíra toca muito (bem) piano! Estudou desde criança e seguiu carreira acadêmica nisso, tendo se apresentado até mesmo no Theatro Municipal do Rio e em outras grandes salas da cidade. O mais bacana é que a erudição se mistura ao popularzão, como mostra a versão do “Show Tem que Continuar”, jazzy mas motivado pela cerveja do sambão. Quer entender? Então dá uma olhada/ouvida!

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Cañas tipo Moderniña

A Ana Cañas é quem estrela essa segunda a sessão novas divas da MPB. E que estrela! Sem desafinações ao vivo, Ana não desafina nada também no já falado apelo visual que me motivou a criar o post semanal. Desde o princípio isso é uma constante no trabalho da artista e está no trabalho gráfico da capa dos discos, nos vídeos e apresentações. O site é muito bacana e vale a visita. Não aprecio nada mesmice, mas linearidade é comigo mesmo quando de bom gosto. E a Ana Cañas é dessas!

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Madonna Mia!

Já que hoje é dia de sapato aqui no blog e dia da Madonna (de aniversário), resolvi juntar as duas coisas numa coisa só, afinal, as suas escolhas não passam despercebidas nunca. Quando ela tenta ser discreta, por exemplo, é a discrição que chama atenção. Madonna é tipo Flamengo: uma vez Madonna, sempre Madonna!

 

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MPB – Mulheres (às vezes nada) Populares Brasileiras

Estive pensando no uso de um apelo visual cada vez mais forte de cantoras brasileiras. É óbvio que é loucura ignorar os figurinos com essa mesma força de cantoras antigas. Na verdade, a vestimenta sempre fez parte do show. No entanto eu vejo um senso estético mais forte mesmo, com uma preocupação de informação e consumo de moda. Se isso é e sempre foi comum em cantoras pops internacionais, nada mais justo que ter nossas representantes valorizando a produção nacional e fazendo bonito. E é por isso que a partir de agora, inauguro um post semanal, toda segunda com a diversidade das nossas belas cantoras brasileiras. Começando e terminando a semana com música!!!

Começo com uma bonitona que descobri há pouco tempo, que mistura música cubana com música brasileira. Isso justificado pelo fato da cantora ser filha de pai cubano refugiado e mãe mineira: o tutu cubano saiu uma maravilha!  A voz da menina é ótima e ouvi-la cantando com Chico Buarque, por exemplo, é um presente. Ainda ajuda a aprimorar o espanhol (jajajaja). O nome dela é (Jéssicaaaaa) Marina de la Riva. A descobri numa versão de Tahi e já ouvi tanto que aproveitei pra aprender a cantar além da estrofe que todo mundo conhece. O arranjo é ótimo! Apesar disso, pesquisando percebi que em muitos vídeos ela não apresenta o mesmo potencial ao vivo. Uma pena… Sem mais, deixo-os a cargo de imagens e sons:

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Pra quem gosta, vale à pena conferir aqui a estória/história da cantora

DEVil

Esses dias baixando hits, descobri a Dev. E pesquisando agora descobri que é uma menina mais nova que eu, sem precisar dizer quantos anos. Você com certeza dançou ou ao menos mexeu o pezinho com uma das músicas cantadas pela Dev. Sem mistérios, ela é a cantora do Like a G6, música em parceria com o grupo de hip-hop The Cataracs que a descobriu no MySpace. Apelidei a música a seguir de Like a G6 Two. Não me aprofundei nas pesquisas, mas li por aí que a Booty Bounce veio antes e virou o refrão do Like a G6. Sem mais, recomendo a música para se for o caso, rebolar até o chão. E do jeito que a menina está produzindo e conquistando lugares nas paradas de suuuucesso, daqui a pouco ela lança o Like a G8 – uma música altamente globalizada.

E aqui o novo hit junto com o The Cataracs, num típico videoclip hip hóptico (dobradinha mulheres e coisas proibidas) :